Após ser escolhido por reitor, Genésio Mário da Rosa e vice tomam posse

Após eleição polêmica diretor reeleito tomou posse para administrar  o CESNORS nos próximos quatro anos

Josafá Lucas Rohde

Reitor da UFSM discursa em posse, após repetir escolha do conselho para diretor e vice (fonte: Alessandra Weiler)

Na quarta-feira, 25, tomou posse o diretor reeleito da Universidade Federal de Santa Maria, campi Frederico Westphalen e Palmeira das Missões, Genésio Mário da Rosa e o vice, de chapa opositora, Rafael Lazzari. A cerimônia aconteceu no auditório do Colégio Agrícola de Frederico Westphalen, CAFW.

Estiveram presentes no evento o reitor da UFSM, Felipe Martins Müller, o então vice-diretor do Cesnors, Rogério Fôlha Bermudes, e o administrador José Adroaldo Parzianello, Pró-Reitor substituto de Recursos Humanos. Em seu discurso, o diretor, enfatizou o progresso dos campi de FW e Palmeira, além de saudar parceria com o novo vice-diretor.

Genésio e Rafael eram de chapas opositoras, e agora comandam o Cesnors pelos próximos quatro anos. Na época de eleição, em entrevista ao Segunda Chamada (Debate apresenta as propostas dos candidatos a diretor do cesnors), Genésio prometeu “muitas ações que envolvem discentes, docentes, técnicos administrativos, ações internas de infra-estrutura e ações externas que envolvem todas as ações que a universidade precisa realizar que é o principal ponto, a universidade não pode ficar enclausurada”.

A eleição que apontou Genésio e Rafael teve muita polêmica, logo após a consulta feita a toda comunidade acadêmica, o Segunda Chamada, com exclusividade, trouxe a público (Nem alunos nem tecnicos nem professores quem escolhe e o reitor) a votação do Conselho Superior do Centro, que por pouco não elegeu uma nova vice liderança, já que Rafael recebeu 13 votos do conselho, contra 12 de Liane Rigui, integrante da dupla com Genésio. Conforme explica Leonardo Botega, professor do CAFW e ex-integrante do movimento estudantil da UFSM, se houvesse alterações nos resultados da consulta feita a comunidade acadêmica, haveria uma quebra no acordo de universidades em respeitar a consulta, podendo gerar sérias consequências no que diz respeito a conquista de respeito ao voto de alunos, técnicos administrativos e professores.

O maior embate estava na falta de informações para universitários, que indignados povoaram as redes sociais com mensagens de insatisfação com a maneira que o processo eleitoral fora conduzido pelo Conselho. Agora, há pouco mais de um mês para volta às aulas, o Diretório Central dos Estudantes, DCE, já se prepara para reivindicações e cobrança de promessas feitas nas eleições, será que tem protesto pela frente?

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