Moradores da Casa do Estudante fazem protesto na Universidade em prol de acesso à internet

Representando os 33 moradores da Casa do Estudante, cerca de 15 estudantes/moradores se reuniram na entrada da Universidade para protesto

Marília Dalenogare

Os estudantes permaneceram no hall da Universidade por pouco mais de 1 hora
(Foto: Alessandra Weiler/ Agência DaHora)

Na tarde dessa terça-feira, dia 27 de março, os moradores da Casa de Estudante Universitária (CEU) da Universidade Federal de Santa Maria campus Frederico Westphalen (UFSM- Cesnors) juntaram-se em um espaço delimitado por uma faixa, em protesto por acesso a internet na CEU, esse espaço representaria o acesso limitado que eles têm à internet, link oferecido pelo centro. Os alunos sentaram no hall de entrada da Universidade com seus notebooks, onde ficaram acessando a internet, por cerca das 13 horas.

A estudante Juliete Friguedo, 22, do curso de Agronomia, porta-voz da casa do estudante, fala que o objetivo do protesto é mostrar pra toda a comunidade acadêmica a situação da internet na casa e o espaço que o centro liberou para o acesso deles, o qual compreende  o hall de entrada, onde aconteceu o protesto, e a biblioteca.

Para acessar a internet na biblioteca, os estudantes dependem dos alunos que estão estudando no local
(Foto: Alessandra Weiler/ Agência DaHora)

A casa do estudante é uma das oportunidades que os estudantes que recebem o Benefício Sócio- Econômico podem solicitar, esse benefício é adquirido a partir de uma seleção feita pela Assistente Social do centro, onde fatores econômicos e sociais da vida dos estudantes são considerados, a CEU foi inaugurada no final do último semestre de 2011.

Para defender o ponto de vista da universidade o diretor do centro Genésio diz que o problema de internet na CEU está sendo resolvido, um dos problemas é estrutural, pois não há condições de ampliar a banda da universidade, mas que até julho o aumento da banda será providenciado, o outro problema é a ligação de outros setores com a internet do centro, são os mesmos problemas vivenciados no viveiro e no almoxarifado, porém já existe uma empresa contratada para realizar os serviços, pois os recursos já foram liberados.

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